6 dados para levar para a próxima reunião ou conversa com um cliente
Quando aparece a comparação, é com a média dos 48 países do estudo.
Quanto mais intermediários, menos confiança
Percentagem que diz confiar nas notícias, conforme o sítio onde as encontra.
Confiança nas notícias em geral, em Portugal.
Os jovens informam-se de outra maneira
Cada cartão compara os jovens dos 18 aos 24 anos com o total da população.
Dentro dos jovens há uma diferença grande entre rapazes e raparigas: confiam nas notícias 32% dos rapazes e 57% das raparigas.
Onde se veem notícias nas redes
Toda a população
Jovens dos 18 aos 24 anos
Percentagem que usa cada rede para ver notícias. Na população total, 20% não usam nenhuma rede para notícias, embora só 2% não usem redes de todo.
Principal porta de entrada online
Em 2026, as redes ultrapassam os motores de busca.
Quem clica para ir à fonte original
A IA tende a reter o utilizador na resposta. Só cerca de 7% usam chatbots para notícias.
O que isto muda para quem comunica
A TV ainda não se dispensa
Para chegar a grande parte do país, sobretudo aos públicos mais velhos, a televisão continua a ser o centro. Planos só digitais deixam muita gente de fora.
Aparecer na RTP ou na SIC dá confiança
76% têm medo de ser enganados na internet, mas confiam muito nas marcas de notícias tradicionais (RTP 79%, SIC 77%). Uma marca que aparece nestes meios ganha parte dessa confiança. É um bom argumento para vender assessoria de imprensa.
Jovens: criadores de conteúdos e Instagram
Abaixo dos 25 anos, as notícias chegam por criadores de conteúdos, Instagram e TikTok. Chegar a este público passa por parcerias com criadores de conteúdos e formatos visuais.
WhatsApp conta
30% usam o WhatsApp para notícias e 20% partilham notícias em apps de mensagens. Conteúdo fácil de partilhar em privado ganha alcance.
Preparar conteúdos para a IA
Os chatbots ainda são pouco usados, mas mandam menos tráfego para as fontes. Conteúdos claros e fáceis de citar ajudam a marca a aparecer nas respostas.
Menos atenção disponível
O interesse caiu para 50% e 37% evitam notícias. Mensagens curtas, úteis e sem ruído têm mais hipóteses de passar.
As marcas em que mais confia quem as conhece
O Correio da Manhã foi a marca que mais ganhou confiança desde 2018 (+18,3 pontos).